{"id":29017,"date":"2026-02-21T09:54:10","date_gmt":"2026-02-21T12:54:10","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunalbrasilia.com.br\/?p=28960"},"modified":"2026-02-21T09:54:10","modified_gmt":"2026-02-21T12:54:10","slug":"um-em-cada-cinco-donos-de-negocios-no-distrito-federal-tem-entre-18-e-29-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zerohoranews.com\/?p=29017","title":{"rendered":"Um em cada cinco donos de neg\u00f3cios no Distrito Federal tem entre 18 e 29 anos"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cada vez mais essa faixa et\u00e1ria tem optado por modelos de empresa alinhados ao pr\u00f3prio estilo de vida, que prioriza autonomia e qualidade de vida. No DF, at\u00e9 2024, existiam cerca de 75,8 mil jovens empreendedores<\/h2>\n\n\n\n<p><small>Davi Rehem e Hugo Szervinsk est\u00e3o \u00e0 frente da cria\u00e7\u00e3o do RanGo &#8211; (cr\u00e9dito: Ed Alves\/CB\/DA Press)<\/small><\/p>\n\n\n\n<p>Com uma gera\u00e7\u00e3o que questiona cada vez mais o modelo tradicional de emprego, jovens do Distrito Federal t\u00eam repensado o caminho que querem tomar. Para eles, o empreendedorismo n\u00e3o surge apenas como alternativa, mas como uma escolha consciente diante do desejo por autonomia, flexibilidade e melhor qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Longe de ser apenas uma resposta \u00e0 falta de oportunidades, abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio representa, para muitos, a possibilidade de construir renda sem submeter a vida a jornadas r\u00edgidas e rela\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas. A l\u00f3gica deixa de ser &#8220;viver para trabalhar&#8221; e passa a ser &#8220;trabalhar para viver&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados de 2024 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostram que um em cada cinco donos de neg\u00f3cios no DF tem entre 18 e 29 anos. Esse grupo ocupa 19,2% do mercado empreendedor. A juventude, agora, troca a carteira assinada pela constru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio nome. No DF, at\u00e9 2024, existiam cerca de 75,8 mil jovens donos de neg\u00f3cios, com forte concentra\u00e7\u00e3o no setor de servi\u00e7os, que responde por 61,1% das atividades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O perfil revela uma maioria masculina, 63,3%, com presen\u00e7a feminina de 36,7%, al\u00e9m de predomin\u00e2ncia de pessoas negras \u2014 pretas e pardas \u2014 que somam 63,7%. Para a diretora superintendente do Sebrae no DF, Rose Rainha, esse cen\u00e1rio reflete uma mudan\u00e7a estrutural no mercado. &#8220;Os jovens s\u00e3o protagonistas da economia criativa no Distrito Federal e no Brasil&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados tamb\u00e9m apontam que 63,3% dos jovens empreendedores atuam na informalidade e grande parte ainda n\u00e3o concluiu a escolaridade b\u00e1sica ou superior. Segundo Rose Rainha, o empreendedorismo tem sido o caminho encontrado por essa gera\u00e7\u00e3o para transformar talento em renda. &#8220;Por meio desse modelo de neg\u00f3cio, eles transformam criatividade e inova\u00e7\u00e3o em neg\u00f3cios sustent\u00e1veis, diversificando fontes de renda e gerando oportunidades em \u00e1reas como design, audiovisual, moda, cultura, games e produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado digital&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O empreendedorismo \u00e9 fundamental para o DF e para o pa\u00eds, pois impulsiona a inova\u00e7\u00e3o, fortalece a economia local e contribui para o desenvolvimento social. O Sebrae atua para criar um ambiente favor\u00e1vel para que essa criatividade se transforme em crescimento econ\u00f4mico e impacto social&#8221;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista desse segmento Fl\u00e1vio Hideo Mikami avalia que a escolha dos jovens pelo empreendedorismo est\u00e1 diretamente ligada a uma mudan\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o sobre o mercado de trabalho. &#8220;Para muitos, o risco de empreender hoje n\u00e3o parece maior do que o risco de depender exclusivamente de um emprego formal, que oferece menos autonomia e perspectivas mais lentas de evolu\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma. Mikami destaca ainda que o acesso facilitado \u00e0 tecnologia reduziu as barreiras de entrada para novos neg\u00f3cios. &#8220;Com redes sociais, plataformas digitais, marketplaces e intelig\u00eancia artificial, \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar com baixo investimento e validar ideias rapidamente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto relevante \u00e9 o desejo por prop\u00f3sito e flexibilidade. &#8220;Essa gera\u00e7\u00e3o busca autonomia, qualidade de vida e alinhamento com valores pessoais. Empreender passou a ser visto n\u00e3o apenas como uma forma de ganhar dinheiro, mas como um meio de express\u00e3o profissional e identidade&#8221;, diz o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao olhar um panorama local, o especialista aponta a economia criativa como um dos segmentos mais promissores para essa gera\u00e7\u00e3o. &#8220;O DF re\u00fane jovens qualificados, institui\u00e7\u00f5es de ensino, coletivos culturais e pol\u00edticas de fomento que favorecem neg\u00f3cios&#8221;, explica. Para Mikami, o principal desafio est\u00e1 em transformar o talento em sustentabilidade econ\u00f4mica. &#8220;A tend\u00eancia \u00e9 que empreendedores que consigam unir criatividade e vis\u00e3o empresarial tenham papel central no desenvolvimento econ\u00f4mico do DF nos pr\u00f3ximos anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2026\/01\/26\/img-6207-63645013.jpeg\" alt=\"Sarah e Arthur come\u00e7aram a empreender com seus conhecimentos ainda na faculdade\" title=\"O casal Sarah e Arthur uniram seus conhecimentos individuais para empreenderem ainda na faculdade\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O casal Sarah e Arthur uniram seus conhecimentos individuais para empreenderem ainda na faculdade<small>(foto: Silas Alves)<\/small><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Donos de neg\u00f3cios<\/h3>\n\n\n\n<p>Entre esses donos de neg\u00f3cios est\u00e3o os estudantes Sarah Atrizia, de 23 anos, e Arthur Marques, 22, noivos que encontraram no setor criativo uma forma de alinhar prop\u00f3sito, f\u00e9 e carreira. Sarah cursa publicidade e propaganda e Arthur design visual. A partir da uni\u00e3o dessas \u00e1reas, nasceu a Crescente Studio, um est\u00fadio criativo voltado para branding, design, publicidade e fotografia comercial. &#8220;A Crescente nasceu com a ideia de flexibilidade. Nosso pensamento sempre foi o de trabalhar para viver, e n\u00e3o viver para trabalhar. Quer\u00edamos um neg\u00f3cio onde f\u00f4ssemos os cabe\u00e7as, com autonomia para sustentar nossa vida e equilibrar tudo isso com a miss\u00e3o de Jesus, que \u00e9 muito importante para n\u00f3s&#8221;, explica Arthur.<\/p>\n\n\n\n<p>O in\u00edcio da trajet\u00f3ria foi marcado por desafios comuns a quem empreende ainda jovem e est\u00e1 em forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. &#8220;O maior choque \u00e9 perceber que, independente do conhecimento te\u00f3rico, voc\u00ea s\u00f3 aprende com a pr\u00e1tica&#8221;, relata Sarah. Segundo o casal, a rotina exigiu muito al\u00e9m da criatividade. &#8220;Tivemos que aprender sobre atendimento, contato com cliente, quest\u00f5es legais, registros, divulga\u00e7\u00e3o e financeiro. Foi um processo dif\u00edcil, mas essencial para estruturar uma empresa que fica cada vez mais forte&#8221;, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<p>A diversidade de servi\u00e7os oferecidos pela Crescente Studio se tornou um diferencial competitivo no mercado. Para Arthur, essa pluralidade permite solu\u00e7\u00f5es mais completas para os clientes. &#8220;Apesar de serem servi\u00e7os distintos, conseguimos usar boa parte deles em um \u00fanico projeto, principalmente por meio do branding. Nosso trabalho \u00e9 voltado para marcas, e marcas precisam de solu\u00e7\u00f5es criativas para se diferenciar e vender mais&#8221;, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da parceria profissional, Sarah e Arthur tamb\u00e9m compartilham a vida pessoal, o que exige equil\u00edbrio constante. &#8220;A proximidade do relacionamento traz uma profundidade de comunica\u00e7\u00e3o que \u00e9 um privil\u00e9gio para um empreendimento&#8221;, diz Sarah.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2026\/01\/15\/img-4955-63283690.jpg\" alt=\" 15\/01\/2026 Bruna Gaston CB\/DA Press. Costureira Talita Gabriela, S\u00e3o Sebasti\u00e3o       \" title=\"Talita desenvolve suas pe\u00e7as autorais em casa, unindo sustentabilidade e refer\u00eancias da cultura afro-brasileira\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Talita desenvolve suas pe\u00e7as autorais em casa, unindo sustentabilidade e refer\u00eancias da cultura afro-brasileira<small>(foto: Bruna Gaston CB\/DA Press)<\/small><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No setor da economia criativa, Talita Gabriela Cordeiro, 24, encontrou na moda uma forma de se expressar e construir sua identidade. Empreendedora e criadora de moda, ela desenvolve suas pe\u00e7as autorais em casa, em S\u00e3o Sebasti\u00e3o, unindo sustentabilidade, hist\u00f3ria e refer\u00eancias da cultura afro-brasileira. &#8220;A moda sempre fez parte da minha vida como forma de express\u00e3o. Desde pequena, a costura esteve presente no meu cotidiano, e empreender surgiu do desejo de contar minha pr\u00f3pria hist\u00f3ria por meio da roupa, criando algo com identidade, autonomia e significado&#8221;, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua marca, Corinna Baby, nasceu h\u00e1 cerca de tr\u00eas anos e carrega um forte valor afetivo e ancestral. O nome \u00e9 uma homenagem \u00e0 av\u00f3 e \u00e0 bisav\u00f3 maternas de Talita, com o prop\u00f3sito de transformar mem\u00f3rias e viv\u00eancias em moda autoral. &#8220;A Corinna Baby surgiu a partir do resgate da minha ancestralidade materna. O objetivo da marca \u00e9 transformar mem\u00f3ria, afeto e viv\u00eancia perif\u00e9rica em pe\u00e7as que dialoguem com uma est\u00e9tica urbana e uma identidade pr\u00f3pria&#8221;, explica. Segundo ela, o trabalho \u00e9 focado em upcycling, reaproveitamento e customiza\u00e7\u00e3o de materiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os principais desafios enfrentados ao longo da trajet\u00f3ria est\u00e3o as limita\u00e7\u00f5es financeiras e o acesso a insumos. &#8220;No in\u00edcio, a falta de recursos e a dificuldade para conseguir materiais foram os maiores obst\u00e1culos&#8221;, relembra. Atualmente, os desafios se concentram na expans\u00e3o do neg\u00f3cio. &#8220;Busco ampliar a estrutura da marca, alcan\u00e7ar mais pessoas e consolidar o trabalho autoral, sem abrir m\u00e3o da identidade e da qualidade das pe\u00e7as&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o empreendedorismo ainda n\u00e3o seja sua \u00fanica fonte de renda, ela projeta um futuro promissor para a marca. &#8220;Vejo o futuro da Corinna Baby com crescimento, mais estrutura e reconhecimento, sem perder a ess\u00eancia. Acredito no empreendedorismo como uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2026\/01\/20\/ed20012026-07-63456587.jpg\" alt=\" 20\/01\/2026 - Ed Alves\/CB\/DA Press. Cidades. Jovens Empreendedores. Na foto, Davi Rehem (Camisa manga longa) e Hugo Szervinsk. \" title=\"Davi Rehem e Hugo Szervinsk est\u00e3o \u00e0 frente da cria\u00e7\u00e3o do RanGo\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Davi Rehem e Hugo Szervinsk est\u00e3o \u00e0 frente da cria\u00e7\u00e3o do RanGo<small>(foto: Ed Alves\/CB\/DA Press)<\/small><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O aplicativo RanGo \u2014 plataforma de gest\u00e3o e pedidos para restaurantes e lanchonetes \u2014 surgiu da experi\u00eancia pessoal do jovem Davi Rehem, 26, fundador e diretor comercial da ideia de resolver uma falha no setor de alimenta\u00e7\u00e3o, junto com o amigo Hugo Szervinsk. &#8220;O App RanGo Sem Fila foi uma ideia que tive depois que perdi uma prova esperando um lanche. Percebi que o problema n\u00e3o era o lanche, e sim a falta de uma opera\u00e7\u00e3o eficiente&#8221;, relembra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele construiu sua trajet\u00f3ria empreendedora a partir de refer\u00eancias familiares e experi\u00eancias pessoais. Desde cedo, o contato com o mundo dos neg\u00f3cios fez parte de sua rotina. &#8220;Empreender sempre esteve presente na minha vida. Cresci em um ambiente onde neg\u00f3cios eram discutidos naturalmente \u00e0 mesa de casa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o amadurecimento do projeto, a solu\u00e7\u00e3o evoluiu para um ecossistema completo de gest\u00e3o. &#8220;Percebemos que os lojistas vendiam mais com o aplicativo, mas ainda careciam de gest\u00e3o interna eficiente&#8221;, diz. Foi ent\u00e3o que surgiu o RanGo Makers, uma plataforma integrada que re\u00fane ponto de venda, gest\u00e3o de estoque, ferramentas financeiras, relat\u00f3rios personalizados, integra\u00e7\u00e3o com delivery, menu digital e intelig\u00eancia artificial. &#8220;Hoje nos posicionamos como um ecossistema, n\u00e3o apenas uma solu\u00e7\u00e3o isolada&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o RanGo \u00e9 uma plataforma consolidada no setor de food service, com milhares de usu\u00e1rios impactados direta e indiretamente. &#8220;O apre\u00e7o dos usu\u00e1rios se reflete na recorr\u00eancia e na reten\u00e7\u00e3o (de clientes)&#8221;, afirma Davi. Segundo ele, os desafios atuais envolvem escalar o neg\u00f3cio mantendo estabilidade e qualidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2026\/01\/20\/ed20012026-17-63456710.jpg\" alt=\" 20\/01\/2026 - Ed Alves\/CB\/DA Press. Cidades. Jovens Empreendedores. Na foto, Danylo Shimano. \" title=\"Danylo Shimano quer contribuir para o desenvolvimento pol\u00edtico do pa\u00eds\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Danylo Shimano quer contribuir para o desenvolvimento pol\u00edtico do pa\u00eds<small>(foto: Ed Alves\/CB\/DA Press)<\/small><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Se engana quem pensa que n\u00e3o e poss\u00edvel empreender no ramo da pol\u00edtica. O lobista e estudante de direito Danylo Shimano, 20, encontrou um caminho para gerar impacto social, empreendendo de forma direta no desenvolvimento do pa\u00eds, criando uma consultoria de rela\u00e7\u00f5es governamentais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Minha trajet\u00f3ria sempre foi guiada pela vontade de construir algo que gerasse impacto positivo para a sociedade. Notei que muitas empresas e organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam dificuldade de se relacionar com o Estado de forma estrat\u00e9gica e transparente&#8221;, explica. Segundo ele, boas iniciativas acabam n\u00e3o avan\u00e7ando por falta de orienta\u00e7\u00e3o. &#8220;A consultoria nasceu para ajudar empresas a se posicionarem melhor e tomarem decis\u00f5es mais seguras&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada vez mais essa faixa et\u00e1ria tem optado por modelos de empresa alinhados ao pr\u00f3prio estilo de vida, que prioriza autonomia e qualidade de vida. 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