{"id":30022,"date":"2026-05-24T10:47:50","date_gmt":"2026-05-24T13:47:50","guid":{"rendered":"https:\/\/zerohoranews.com\/?p=30022"},"modified":"2026-05-24T10:47:50","modified_gmt":"2026-05-24T13:47:50","slug":"chiquinha-de-brasilia-empreende-vendendo-doces","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zerohoranews.com\/?p=30022","title":{"rendered":"Chiquinha de Bras\u00edlia empreende vendendo doces"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Com vestido verde, maria-chiquinhas e uma cesta cheia de pirulitos, doces e guloseimas, Taires Santos, 31 anos, atravessa bares, clubes, feiras e ruas do Distrito\u00a0 Federal caracterizada como a <strong>Chiquinha<\/strong>, do seriado mexicano Chaves. <span class=\"highlight\">E \u00e9 debaixo de sol forte, chuva, que, independentemente da condi\u00e7\u00e3o, a empreendedora garante o sustento da pr\u00f3pria fam\u00edlia.<\/span><\/p>\n<p>Por tr\u00e1s da fantasia, por\u00e9m, existe uma hist\u00f3ria marcada por luta e recome\u00e7os. Hoje, Taires, a Chiquinha de Bras\u00edlia, vive exclusivamente da venda dos doces ao lado do amigo e s\u00f3cio, Kemerson Silva, 30.<\/p>\n<p>M\u00e3e de dois filhos, de 11 e 3 anos, Taires saiu de Oliveiro dos Brejinhos, cidade da Bahia onde nasceu, h\u00e1 cerca de 10 anos. O objetivo sempre foi buscar uma vida melhor. Antes de se tornar conhecida e compartilhar a rotina nas redes sociais como <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DYm2RBZuHWZ\/\" rel=\"noopener\"><span class=\"highlight\">@chiquinhadebrasilia<\/span><\/a>, ela trabalhou em uma padaria e, depois, passou a vender salgados nas ruas de Taguatinga.<\/p>\n<p>Quando questionada sobre o instinto empreendedor, Taires compartilha que essa inquieta\u00e7\u00e3o veio de casa.<\/p>\n<p>Ela lembra que , desde crian\u00e7a, via a m\u00e3e vender p\u00e3o caseiro, verduras e geladinhos para complementar a renda e sustentar a fam\u00edlia. \u201cMinha m\u00e3e fazia p\u00e3o caseiro em casa. A gente tinha horta, vendia cheiro-verde, alface, geladinho\u2026 Eu sempre tive esse sangue de empreendedora, desde que me conhe\u00e7o como gente\u201d, resume a aut\u00f4noma.<\/p>\n<p><span class=\"highlight\">Quando chegou em Bras\u00edlia, Taires buscou emprego em uma padaria, onde conheceu o atual s\u00f3cio, Kemerson<\/span>.<\/p>\n<p>Pouco tempo depois, resolveu deixar de ser empregada e trabalhar por conta pr\u00f3pria. Passou a circular pelas ruas de Taguatinga vendendo coxinhas e salgados para funcion\u00e1rios de empresas da regi\u00e3o. Era a \u00fanica fonte de renda dela \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p>Usando uma bicicleta motorizada, rodava as ruas do DF para vender os salgadinhos, at\u00e9 que foi inesperadamente interrompida: \u201cUma vizinha jogou a\u00e7\u00facar dentro do meu tanquezinho de gasolina. A\u00ed a bicicletinha s\u00f3 vivia dando problema\u201d.<\/p>\n<p><span class=\"highlight\">Diante da sabotagem, mudou a estrat\u00e9gia e passou a usar o a\u00e7\u00facar como fonte de renda. Passou ent\u00e3o a investir em doces, pirulitos e guloseimas<\/span>. Diferente dos salgados, que feitos de manh\u00e3 j\u00e1 n\u00e3o chamavam aten\u00e7\u00e3o \u00e0 tarde, os doces tem maior durabilidade e atraem p\u00fablicos variados.<\/p>\n<h2>Chiquinha empreendedora<\/h2>\n<p>Quando come\u00e7ou, Taires n\u00e3o ia caracterizada para fazer as vendas. <span class=\"highlight\">A transforma\u00e7\u00e3o veio por sugest\u00f5es de quem comprava<\/span>: \u201cEles falavam: \u201cSe voc\u00ea vier de Chiquinha, vai vender 10\u00a0 vezes mais\u201d. Porque o pirulito lembrava muito o do seriado\u201d. E deu certo.<\/p>\n<div class=\"splide-container\">\n<div class=\"pre-slider\">\n<div class=\"splide__first\">\n<div class=\"splide__slide\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide main-slider hide\">\n<p><button><span>Fechar modal.<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"splide__metropoles-logo\"><\/div>\n<div class=\"splide__track\">\n<div class=\"splide__list\">\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">1 de 5<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Chiquinha vende as guloseimas nas feiras, clubes e ruas do DF<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">2 de 5<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Ta\u00edres Souza, a \u201cChiquinha de Bras\u00edlia\u201d, sem a caracteriza\u00e7\u00e3o da personagem<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">3 de 5<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">A empreendedora conta que, ao vestir a fantasia, deixa a timidez de lado <\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">4 de 5<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Inicialmente com uma fantasia, hoje o arm\u00e1rio conta com varia\u00e7\u00f5es diversas<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">5 de 5<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Da maria-chiquinhas, pintinhas no rosto e fantasia completa, Taires faz sucesso na venda de guloseimas<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A empreendedora observa uma clara mudan\u00e7a de personalidade ao se fantasiar para as vendas: \u201cSou t\u00edmida como Taires, extrovertida como Chiquinha\u201d.<\/p>\n<p>Foi no Carnaval que, pela primeira vez, Taires deixou a inibi\u00e7\u00e3o de lado. Comprou a primeira fantasia pela internet e testou a caracteriza\u00e7\u00e3o nas vendas.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cFoi quest\u00e3o de uma hora para eu voltar pra casa com a cesta vazia. Todo mundo queria tirar foto\u201d, lembra.<\/p><\/blockquote>\n<p><span class=\"highlight\">Depois do sucesso comprovado, o vestido verde, casaquinho vermelho, maria-chiquinhas tortas e \u00f3culos viraram uniforme de trabalho.<\/span><\/p>\n<p>Hoje, o arm\u00e1rio conta com cinco ou seis vers\u00f5es diferentes: vestidos amarelos, verdes, vermelhos e at\u00e9 a roupa tem\u00e1tica do epis\u00f3dio de natal do seriado.<\/p>\n<h2>Rotina de vendas<\/h2>\n<p><span class=\"highlight\">A rotina de trabalho come\u00e7a na quarta e vai at\u00e9 segunda-feira, principalmente \u00e0 noite<\/span>. Taires e Kemerson circulam principalmente por Ceil\u00e2ndia, Guar\u00e1, Taguatinga, Vicente Pires e clubes do DF, onde a personagem costuma chamar aten\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adultos.<\/p>\n<div class=\"splide-container\">\n<div class=\"splide main-slider hide\">\n<p><button><span>Fechar modal.<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"splide__metropoles-logo\"><\/div>\n<div class=\"splide__track\">\n<div class=\"splide__list\">\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">1 de 3<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Pirulitos, copos da felicidade e maletinhas s\u00e3o alguns dos produtos vendidos<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">2 de 3<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">A empreendedora conta que, ao vestir a fantasia, deixa a timidez de lado <\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">3 de 3<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">A vendedora faz sucesso tanto entre crian\u00e7as quanto adultos<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cAs crian\u00e7as chegam correndo, abra\u00e7am ela, pedem foto. Tem umas que falam: \u2018Chiquinha, eu tenho uma bonequinha sua\u2019, conta Taires.<\/p>\n<h2>Conciliar a fun\u00e7\u00e3o e maternidade<\/h2>\n<p>Em alguns dias, a filha ca\u00e7ula acompanha a m\u00e3e nas vendas. A menina, de 3 anos, tamb\u00e9m veste fantasia e ganhou o apelido de \u201cmini Chiquinha\u201d entre os clientes.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DYDOcXdO-ZU\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\">\n<\/blockquote>\n<p>Taires diz que precisou aprender a equilibrar maternidade e trabalho na rua. Durante a gravidez, continuou vendendo doces at\u00e9 os \u00faltimos meses de gesta\u00e7\u00e3o: \u201cCom oito meses, barriga enorme, ela ainda estava indo pros bares vender\u201d, lembra Kemerson.<\/p>\n<p>Mesmo com a beb\u00ea pequena, n\u00e3o deixou o trabalho. \u201cEu colocava ela no canguru e sa\u00eda com a cesta do lado\u201d, lembra.<\/p>\n<p>Embora o trabalho seja \u00e1rduo, ela incentiva e empodera outras mulheres a empreenderem. A exemplo do que aprendeu com a pr\u00f3pria m\u00e3e, Taires destaca que a for\u00e7a feminina \u00e9 capaz de garantir o sustento e o \u00eaxito da fam\u00edlia em diversas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cPara todas as mulheres que querem empreender: n\u00e3o desistam. Vai pra cima. Trabalha. Faz o neg\u00f3cio dar certo para dar um futuro melhor para a sua fam\u00edlia.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<h2>Rela\u00e7\u00e3o dos s\u00f3cios<\/h2>\n<p>Kemerson e Taires se conheceram em 2016, pouco depois da baiana chegar em Bras\u00edlia. Enquanto trabalhava na padaria, conheceu Kemerson como cliente, e desde ent\u00e3o, a amizade s\u00f3 se fortaleceu.<\/p>\n<p>O s\u00f3cio conta que, na \u00e9poca em que Taires teve a filha, chegou a oferecer ajuda financeira e at\u00e9 apoio para que ela pudesse ter acesso a plano de sa\u00fade e benef\u00edcios.<\/p>\n<div class=\"splide-container\">\n<div class=\"pre-slider\">\n<div class=\"splide__first\">\n<div class=\"splide__slide\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__thumb-list\">\n<div class=\"splide__slide\">\n<p><span>2 imagens<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide main-slider hide\">\n<p><button><span>Fechar modal.<\/span><\/button><\/p>\n<div class=\"splide__metropoles-logo\"><\/div>\n<div class=\"splide__track\">\n<div class=\"splide__list\">\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">1 de 2<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Hoje, os dois se sustentam atrav\u00e9s da venda de doces e guloseimas<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"splide__slide\">\n<div class=\"splide__image\"><\/div>\n<div class=\"splide__content\"><span class=\"splide__current-slide\">2 de 2<\/span><\/p>\n<p class=\"splide__caption\">Kemerson e Taires se conheceram h\u00e1 dez anos, em uma ida rotineira \u00e0 padaria, onde ela trabalhava<\/p>\n<p><span class=\"splide__credits\">KEBEC NOGUEIRA\/METR\u00d3POLES (@kebecfotografo)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cEle foi a pessoa que mais me ajudou na vida. Muito mais do que muita gente da minha pr\u00f3pria fam\u00edlia\u201d, afirmou Taires.<\/p>\n<p><span class=\"highlight\">Hoje, a venda dos doces \u00e9 a \u00fanica fonte de renda dos dois<\/span>: \u201cO nosso lucro vem dessas vendas, dos pirulitos e dos doces\u201d, explica Kemerson. \u201cAs redes sociais ajudaram muito no reconhecimento, mas o sustento ainda vem da venda\u201d, complementou.<\/p>\n<h2>Crescimento nas redes sociais<\/h2>\n<p>Os v\u00eddeos publicados no perfil come\u00e7aram de forma despretensiosa. Primeiro mostrando os doces, \u00e0 \u00e9poca, faziam e vendiam brigadeiros, depois <span class=\"highlight\">registrando o chamado \u201crol\u00ea da Chiquinha\u201d pelo DF.<\/span><\/p>\n<p>\u201cA partir do momento que ela come\u00e7ou a ser exposta, o trabalho dela passou a ser mais valorizado\u201d, diz o amigo.<\/p>\n<p>A empreendedora compartilha que ainda se surpreende com a rea\u00e7\u00e3o das pessoas quando encontram a \u201cChiquinha\u201d pelas ruas.<\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/distrito-federal\/pois-e-pois-e-pois-e-chiquinha-de-brasilia-empreende-vendendo-doces\">Tribunal Bras\u00edlia <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com vestido verde, maria-chiquinhas e uma cesta cheia de pirulitos, doces e guloseimas, Taires Santos, 31 anos, atravessa bares, clubes, feiras e ruas do Distrito\u00a0 Federal caracterizada como a Chiquinha, do seriado mexicano Chaves. 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