{"id":31899,"date":"2026-10-19T09:35:55","date_gmt":"2026-10-19T12:35:55","guid":{"rendered":"https:\/\/zerohoranews.com\/?p=31899"},"modified":"2026-10-19T09:35:55","modified_gmt":"2026-10-19T12:35:55","slug":"tres-pesquisadoras-do-df-estao-na-lista-das-100-mulheres-poderosas-do-agro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zerohoranews.com\/?p=31899","title":{"rendered":"Tr\u00eas pesquisadoras do DF est\u00e3o na lista das 100 Mulheres Poderosas do Agro"},"content":{"rendered":"<div>\n<p><strong>Tr\u00eas mulheres com atua\u00e7\u00e3o no Distrito Federal aparecem na segunda edi\u00e7\u00e3o da lista As 100 Mulheres Poderosas do Agro, da Forbes Brasil.<\/strong> Entre elas est\u00e3o pesquisadoras da <a href=\"https:\/\/www.unb.br\/\">Universidade de Bras\u00edlia (UnB)<\/a>, da <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/\">Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa)<\/a> e do <a href=\"https:\/\/www.cgiar.org\/\">CGIAR<\/a>, cons\u00f3rcio internacional de pesquisa agr\u00edcola.<\/p>\n<p><span class=\"highlight\">A ec\u00f3loga Mercedes Bustamante, professora da UnB, aparece na 70\u00aa posi\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a pesquisadora Simone Palma Favaro, da Embrapa Agroenergia, ocupa o 90\u00ba lugar. A bi\u00f3loga V\u00e2nia Cristina Renn\u00f3 Azevedo, que dirige os Bancos Gen\u00e9ticos Globais do CGIAR, est\u00e1 na 97\u00aa coloca\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>A lista re\u00fane profissionais de diferentes regi\u00f5es, gera\u00e7\u00f5es e \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o no agroneg\u00f3cio. A segunda edi\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ada em outubro, em refer\u00eancia ao Dia Internacional da Mulher Rural, celebrado em 15 de outubro, e inclui produtoras rurais, pesquisadoras, executivas, empreendedoras e lideran\u00e7as institucionais.<\/p>\n<h2>Mercedes Bustamante<\/h2>\n<p>Na 70\u00aa posi\u00e7\u00e3o, Mercedes Bustamante \u00e9 professora titular da UnB e desenvolve pesquisas sobre o Cerrado, o uso da terra e as mudan\u00e7as ambientais globais.<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Vb5fRx32phHRJiFmFr3W\" class=\"flex justify-center items-center gap-3 px-3 py-2.5 bg-green-500 text-white! no-underline! font-bold rounded-full my-4\"><span class=\"inline-flex gap-3 items-center max-w-10\/12 text-sm leading-4.5 font-semibold font-sans tracking-tighter whitespace-pre-line md:whitespace-normal xs:max-w-9\/12 md:text-lg md:max-w-full\"><svg width=\"40\" height=\"40\" viewbox=\"0 0 24 24\" fill=\"currentColor\" aria-hidden=\"true\" class=\"shrink-0\"><path d=\"M17.472 14.382c-.297-.149-1.758-.867-2.03-.967-.273-.099-.471-.148-.67.15-.197.297-.767.966-.94 1.164-.173.199-.347.223-.644.075-.297-.15-1.255-.463-2.39-1.475-.883-.788-1.48-1.761-1.653-2.059-.173-.297-.018-.458.13-.606.134-.133.298-.347.446-.52.149-.174.198-.298.298-.497.099-.198.05-.371-.025-.52-.075-.149-.669-1.612-.916-2.207-.242-.579-.487-.5-.669-.51-.173-.008-.371-.01-.57-.01-.198 0-.52.074-.792.372-.272.297-1.04 1.016-1.04 2.479 0 1.462 1.065 2.875 1.213 3.074.149.198 2.096 3.2 5.077 4.487.709.306 1.262.489 1.694.625.712.227 1.36.195 1.871.118.571-.085 1.758-.719 2.006-1.413.248-.694.248-1.289.173-1.413-.074-.124-.272-.198-.57-.347m-5.421 7.403h-.004a9.87 9.87 0 01-5.031-1.378l-.361-.214-3.741.982.998-3.648-.235-.374a9.86 9.86 0 01-1.51-5.26c.001-5.45 4.436-9.884 9.888-9.884 2.64 0 5.122 1.03 6.988 2.898a9.825 9.825 0 012.893 6.994c-.003 5.45-4.437 9.884-9.885 9.884m8.413-18.297A11.815 11.815 0 0012.05 0C5.495 0 .16 5.335.157 11.892c0 2.096.547 4.142 1.588 5.945L.057 24l6.305-1.654a11.882 11.882 0 005.683 1.448h.005c6.554 0 11.890-5.335 11.893-11.893A11.821 11.821 0 0020.465 3.488\"\/><\/svg>Entre no canal de WhatsApp <!-- --><br \/>\n<!-- -->do<!-- --> <!-- -->Metr\u00f3poles DF<\/span><\/a><\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 30 anos, a ec\u00f3loga estuda os impactos da transforma\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa em \u00e1reas de pastagem e lavoura. O trabalho investiga, entre outros aspectos, a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa e os efeitos das mudan\u00e7as ambientais sobre o solo e os ecossistemas.<\/p>\n<p>A pesquisadora tamb\u00e9m contribuiu com o Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), e integra a Academia Nacional de Ci\u00eancias dos Estados Unidos como membro internacional.<\/p>\n<h2>Simone Palma Favaro<\/h2>\n<p>Pesquisadora da Embrapa Agroenergia, em Bras\u00edlia, Simone Palma Favaro ocupa a 90\u00aa posi\u00e7\u00e3o na lista. Ela atua no desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento de mat\u00e9rias-primas vegetais na produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis.<\/p>\n<p>Desde 2024, Simone coordena a parte cient\u00edfica de um projeto de cinco anos realizado em parceria com a Acelen Renov\u00e1veis, empresa ligada ao fundo Mubadala. A iniciativa busca aprimorar o cultivo da maca\u00faba, palmeira nativa do Cerrado, e desenvolver t\u00e9cnicas para a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e o aproveitamento de diferentes partes da planta.<\/p>\n<p>O projeto est\u00e1 relacionado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel sustent\u00e1vel de avia\u00e7\u00e3o. A Acelen planeja investir US$ 3 bilh\u00f5es no empreendimento e cultivar maca\u00faba em at\u00e9 144 mil hectares de pastagens degradadas para abastecer uma biorrefinaria na Bahia.<\/p>\n<p>Simone ingressou na Embrapa em 2012 e estuda oleaginosas desde ent\u00e3o. Ela \u00e9 graduada em agronomia e doutora em ci\u00eancia de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde desenvolveu parte da pesquisa de doutorado na Inglaterra. A trajet\u00f3ria profissional tamb\u00e9m inclui trabalhos de coopera\u00e7\u00e3o em projetos de bioenergia em Mo\u00e7ambique.<\/p>\n<h2>V\u00e2nia Cristina Renn\u00f3 Azevedo<\/h2>\n<p>Nascida em Bras\u00edlia, V\u00e2nia Cristina Renn\u00f3 Azevedo ocupa a 97\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking. Bi\u00f3loga e doutora em biologia molecular pela UnB, ela atua na conserva\u00e7\u00e3o de recursos gen\u00e9ticos vegetais e dirige os Bancos Gen\u00e9ticos Globais do CGIAR desde outubro de 2025.<\/p>\n<p>A rede re\u00fane 11 bancos gen\u00e9ticos respons\u00e1veis pela conserva\u00e7\u00e3o de cerca de 730 mil amostras de 25 grupos de culturas agr\u00edcolas, entre elas arroz, trigo, milho, feij\u00e3o, mandioca e batata.<\/p>\n<p>Antes de assumir o cargo, V\u00e2nia trabalhou na Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia e dirigiu bancos gen\u00e9ticos do Instituto Internacional de Pesquisa em Culturas para os Tr\u00f3picos Semi\u00e1ridos (ICRISAT), na \u00cdndia, e do Centro Internacional da Batata (CIP), no Peru.<\/p>\n<p>Durante a passagem pelo CIP, participou da cria\u00e7\u00e3o de uma estrutura de criopreserva\u00e7\u00e3o para conservar variedades de batata, batata-doce e mandioca.<\/p>\n<p>Na Embrapa, tamb\u00e9m coordenou iniciativas relacionadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o de recursos gen\u00e9ticos vegetais e criou o Banco de DNA de Plantas.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/distrito-federal\/tres-pesquisadoras-do-df-estao-na-lista-das-100-mulheres-poderosas-do-agro\">Tribunal Bras\u00edlia <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas mulheres com atua\u00e7\u00e3o no Distrito Federal aparecem na segunda edi\u00e7\u00e3o da lista As 100 Mulheres Poderosas do Agro, da Forbes Brasil. 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