Seja no escritório ou no balcão, trabalhar muitas horas sentado dificilmente deixa de cobrar um preço ao final do dia. Ao ficar muito tempo na mesma posição, o corpo pode ficar sobrecarregado, especialmente em regiões como pescoço, ombros e lombar. É nesse contexto que exercícios como o pilates podem auxiliar.
Ouvida pelo Metrópoles, a fisioterapeuta Jessica Alves destaca na prática de pilates aspectos como mobilidade, força, flexibilidade e consciência corporal trabalham de forma integrada, ajudando o paciente a aliviar queixas como dores, contraturas e tensões.
“Não é simplesmente sobre tentar ‘soltar’ uma região, mas ajudar a pessoa a entender melhor como o próprio corpo está se movimentando e percebendo as cargas. Os exercícios podem melhorar a mobilidade da coluna favorecendo um aumento da flexibilidade e diminuindo aquela sensação de rigidez que muitas pessoas sentem no dia a dia”, garante a profissional.
Ao mesmo tempo, o fortalecimento da musculatura profunda ajuda a dar mais suporte e estabilidade ao corpo, o que estimula a consciência corporal. A pessoa passa a perceber melhor suas tensões, sua postura e a forma como se movimenta.
“Com a prática regular, ela começa a reconhecer, por exemplo, quando está elevando os ombros, prendendo a respiração ou sobrecarregando a lombar, e isso faz com que o movimento se torne cada vez mais consciente e eficiente”, diz a fisioterapeuta.
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do Metrópoles Vida & Estilo
Pilates também ajuda no controle do estresse
Além dos benefícios para musculatura, o pilates também pode proporcionar a sensação de desacelerar a mente, já que a prática exige atenção e concentração, sendo ao mesmo tempo prazerosa e relaxante.
O pilates tem diversos benefícios para a saúde
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A prática é democrática e pode ser realizada por pessoas de todas as idades
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O pilates também auxilia no controle do estresse
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“A respiração ajuda muito nesse processo porque cria um ritmo para o movimento e favorece uma sensação de calma e controle. Quando conseguimos associar uma respiração consciente aos movimentos precisos, saímos um pouco do piloto automático do dia a dia e passamos a estar realmente presentes no corpo”, conclui Jessica Alves.







