Integrantes da campanha à reeleição do presidente Lula avaliam que as manifestações realizadas em grandes centros urbanos no fim de semana e no feriado deram um fôlego ao petista, mas ainda não furaram a bolha da militância.
A leitura é de que os atos mostraram o furor da militância após o resultado do primeiro turno, no qual Flávio Bolsonaro (PL) terminou quase dois pontos à frente de Lula, mas ainda não atingiram eleitores indecisos ou independentes.
Presidente Lula durante ato ”Lula em São Paulo, O Brasil Pronto Pra Mais” na Avenida Paulista, em São Paulo
Ricardo Stuckert
Presidente Lula durante ato ”Lula em São Paulo, O Brasil Pronto Pra Mais” na Avenida Paulista, em São Paulo
Ricardo Stuckert
Presidente Lula durante ato ”Lula em São Paulo, O Brasil Pronto Pra Mais” na Avenida Paulista, em São Paulo
Ricardo Stuckert
Presidente Lula durante ato ”Lula em São Paulo, O Brasil Pronto Pra Mais” na Avenida Paulista, em São Paulo
Ricardo Stuckert
Lucas Pavanato quer saber quem depredou estações de metrô na Avenida Paulista
Reprodução/Redes Sociais
Apoiadores de Lula se mobilizam em Copacabana
Reprodução/TV Globo
Lula faz ato em bairro do Alecrim, em Natal, no Rio Grande do Norte
Divulgação/ Ricardo Stuckert
“Deu um suspiro, mas não eram as pessoas neutras que foram nos atos. Foi o furor e a raiva da militância que fizeram lotar, mas isso ainda não converte os indecisos”, avaliou à coluna, sob reserva, uma liderança petista da campanha.
A aposta entre aliados de Lula é de que os atos em defesa da aprovação da PEC do fim da escala 6×1, prevista para ser votada nesta semana no Senado, devem ajudar a furar a bolha da militância e trazer outros eleitores para a órbita de Lula.







