A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Cláudia Raia decidiu acionar o Poder Judiciário após descobrir o uso ilícito da imagem de seu filho mais novo, Luca Raia. Um processo foi instaurado em 18 de setembro.
Além da atriz e de Luca, Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia, também é autor na ação ajuizada contra o Facebook Brasil, responsável pela operação da Meta no Brasil.
Detalhes
Nos autos, o casal relatou ter publicado imagens ao lado do menor em fevereiro, posteriormente manipuladas por meio de ferramentas de inteligência artificial. Nas novas imagens, Luca aparece com trajes e adornos vinculados a religiões de matriz africana. O conteúdo estaria sendo utilizado para propagar a falsa informação de que Raia e Jarbas submeteram o herdeiro a um ritual de iniciação no Candomblé.
As imagens teriam sido amplamente divulgadas em diversos perfis no Instagram, rede social que pertence à Meta, e no Facebook.
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do Metrópoles
Cláudia Raia e Jarbas afirmaram que os fatos abalaram a honra e a intimidade de seu núcleo familiar. Eles disseram que o episódio os expôs a controvérsias, especulações e julgamentos públicos baseados em uma montagem fraudulenta.
Claudia Raia
Nat Odenbreit/Netflix
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Nat Odenbreit/Netflix
Claudia Raia
Reprodução/Redes sociais
Claudia Raia se desculpa após revelar segredo de Marisa Monte e Alexandre Frota
Reprodução/Instagram
Claudia Raia
Reprodução/Instagram
Pedidos à Justiça
Os autores pediram uma medida liminar para determinar a remoção imediata de qualquer publicação que veicule imagens manipuladas de Luca nas plataformas Instagram e Facebook, a implementação de bloqueios das imagens e a preservação dos dados cadastrais dos responsáveis pelas contas autoras das publicações.
No mérito, os atores pediram uma indenização por danos morais na ordem de R$ 40 mil. Em caso de vitória, metade do valor será destinado ao menor, e o restante será dividido entre o casal.
Cláudia Raia e Jarbas pleitearam, ainda, que o Facebook e a Meta sejam condenados a fornecer os dados cadastrais completos dos responsáveis pelas páginas que veicularam as imagens. Os referidos dados são determinantes para viabilizar o ajuizamento de outras ações judiciais individualizadas contra aqueles que manipularam as fotos da família.
Em 25 de setembro, o juiz Otavio Tioiti Tokuda deferiu a liminar requerida e determinou a remoção das publicações identificadas e a preservação dos dados das contas.







