A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) informou nesta sexta-feira (16/10) que irá acatar a decisão da Justiça do Rio de Janeiro, que concedeu uma liminar permitindo que Tifanny Abreu , atleta do Osasco, possa participar da partida contra o Praia Clube, nesta sexta.
No comunicado emitido, a CBV afirma que irá cumprir a decisão em caráter excepcional e provisório, mas que irá recorrer da decisão.
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Mundial de Clubes de Vôlei Feminino
Deco Pires/Fotojump
Tifanny estava impedida de entrar em quadra por conta da decisão da entidade, comunicada em agosto deste ano, que baniu a participação de mulheres trans, medida tomada por conta da política decretada pelo Comitê Olímpico Internacional.
Na ocasião, a própria Confederação Brasileira de Voleibol alegou que a política é um alinhamento com os critérios apresentados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).
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do Metrópoles
Confira o comunicado da CBV na íntegra:
“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) foi comunicada de decisão do Juízo da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, proferida às 19h12 de hoje, que deferiu em parte pedido de tutela formulado pela atleta Tifanny Pereira de Abreu.
Em cumprimento à ordem judicial, e por força dela, a atleta terá, em caráter excepcional e provisório, condição de jogo na partida da Supercopa Feminina 2026 de hoje, e na Superliga Feminina 2026/2027.
A medida é provisória e o próprio Juízo consignou que a questão permanece submetida à Justiça Desportiva, onde tramita o Mandado de Garantia nº 002/2026, e que reapreciará a tutela tão logo seja noticiado o julgamento definitivo daquele processo.
A CBV apresentará os recursos cabíveis e adotará as medidas necessárias para a reversão da decisão.
A CBV reitera seu compromisso com o respeito e a dignidade de todas as atletas e repudia qualquer manifestação discriminatória”.







