O canal de WhatsApp “Exército do Lula” está sem atualizações deste 0h40 desta segunda-feira (19/10). A “pausa” no grupo ocorre por conta da internação do administrador, o deputado federal André Janones (Rede-MG), que está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star.
O Metrópoles revelou, na coluna Matheus Leitão, que o deputado apresentou um episódio de arritmia cardíaca depois do debate realizado pela Rede Bandeirantes. O parlamentar está clinicamente estável, sob monitorização cardíaca contínua e acompanhamento da equipe médica. A cardiologista Ludhmila Hajjar é a responsável por ele.
A última mensagem enviada por Janones no grupo foi o link de uma reportagem sobre a estratégia adotada pela militância petista após o debate. O deputado orientou que os “soldados” fizessem buscas no Google pelos termos “Flávio miliciano”, “Flávio Ana Clara” e “Flávio Comando Vermelho”.
Com a orientação, os três termos figuram no Google Trends, ferramenta que mostra as principais buscas realizadas no pesquisador. O canal “Exército de Lula” já acumula mais de 5,4 milhões de seguidores.
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do Metrópoles
“Exército do Lula” foi parar no TSE
- O canal administrado por Janones se tornou alvo de uma disputa jurídica na última semana.
- Nunes Marques chegou a determinar que ele fosse retirado do ar por duas vezes, a última condicionando a volta ao registro pela coligação como meio oficial de campanha. A equipe de Lula obdeceu.
- Na última sexta (16/10), o TSE aprovou regras que definem que canais de WhatsApp devem ter vínculo às campanhas caso atendam a alguns critérios, como utilizar suporte das campanhas, divulgação de links pelos canais oficiais e recebimento de recursos dos partidos
- A coligação de Lula alega que nenhum desses critérios é atendido pelo “Exército do Lula”. O canal foi criado e é administrado pelo deputado federal André Janones.
- “Não se trata de estrutura oficial de campanha nem de disparo em massa de mensagens […] o administrador passou a usá-lo para manifestar apoio à candidatura presidencial, sem que a campanha tenha ingerência sobre o que nele é veiculado. […] O canal “Exército do Lula, no WhatsApp, não deve ser considerado canal de comunicação da campanha”, argumentou a chapa.
- O ministro Nunes Marques entendeu que, como o registro foi feito devido a uma determinação do próprio TSE, a coligação tem o direito de pedir o desvinculamento do canal.
Canal é “quartel-general” da militância petista
O canal “Exército do Lula” é administrado por Janones, que passa “missões” para os seguidores. Entre as tarefas está o engajamento de vídeos favoráveis a Lula e a disseminação de “hashtags” favoráveis ao candidato petista nas redes sociais.







