O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu impedir que Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), e outros dois réus participem presencialmente de um julgamento pelo Tribunal do Júri, previsto para 11, 12 e 13 de maio de 2027. A decisão aponta que o transporte dos presos poderia facilitar resgates, emboscadas e confrontos armados, além de colocar em risco jurados, servidores e outras pessoas no fórum.
O juiz Gustavo Celeste Ormenese definiu que Marcola deverá participar do júri por meio de videoconferência, com transmissão de som e imagem em tempo real.







