Cão morre ao ser atacado por golden em condomínio do DF; polícia investiga

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o ataque de uma cadela da raça golden retriever a um cão da raça schnauzer, chamado Doug, em um condomínio no Lago Norte (DF). O caso aconteceu em 23 agosto, no espaço pet do residencial. Doug, que tinha 7 anos, acabou morrendo dias depois devido às sequelas geradas pelo ataque.

Segundo a denúncia apresentada à polícia, o animal sofreu lesões graves, incluindo cortes extensos no pescoço e na perna. Além disso, o cão teve duas perfurações na região entre o tronco e o abdômen, que provocaram ruptura da musculatura e deslocamento do intestino.

De acordo com a irmã da tutora do cão ferido, Doug estava no espaço pet “solto” e “brincando”. Em certo momento, a cadela da raça golden retriever entrou no espaço junto de sua tutora, que saiu no local.

De acordo com a ocorrência, ela teria se deslocado a uma conveniência e, nesse momento, o ataque teria acontecido. Ainda de acordo com a irmã, a cadela era conhecida entre os moradores por ser “reativa”.

Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles DF

Logo após o ataque, um médico veterinário, que se encontrava no local, prestou atendimento imediato ao cão. Depois, Doug foi encaminhado a um hospital veterinário próximo ao condomínio, onde foi submetido a um procedimento cirúrgico imediato.

O caso está sendo investigado pela 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte).

1 de 3

Doug faleceu dias após ser atacado

Material cedido ao Metrópoles

2 de 3

Caso aconteceu em condomínio do Lago Norte

Material cedido ao Metrópoles

3 de 3

Imagem das feridas causadas em Doug

Material cedido ao Metrópoles

Internação de Doug

Segundo o relatório da clínica onde submetido à cirurgia, o cão foi admitido no local “apresentando trauma de elevada gravidade e com potencial risco à vida”.

“A musculatura abdominal encontrava-se extensamente rompida e dilacerada, sendo realizada aproximação e sutura dos planos musculares remanescentes. Devido à magnitude da lesão, havia quantidade bastante limitada de tecido íntegro disponível para reconstrução. Apesar disso, foi possível realizar o fechamento completo do defeito abdominal”, afirmou a clínica.

Doug ficou sob observação até o dia 26 de agosto, quando foi feita uma reavaliação que indicou uma evolução pós-operatório. No entanto, também foi identificado um diagnóstico de pancreatite.

Na manhã seguinte, o animal apresentou sintomas, como episódios de vômito e hipotermia. Mais tarde, apresentou letargia, apatia e desconforto respiratório. Diante da evolução clínica, foi transferido para um internação semi-intensiva em uma outra clínica, onde veio a óbito.

Após a morte do animal, a tutora e seus familiares realizaram um velório para se despedir de Doug. O cão conviveu por sete anos junto a família.

1 de 3

Comunicado sobre a morte de Doug

Material cedido ao Metrópoles

2 de 3

Cão tinha 7 anos

Material cedido ao Metrópoles

3 de 3

Polícia investiga o ataque

Material cedido ao Metrópoles



Tribunal Brasília

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *