O candidato ao Governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), afirmou que pretende manter os empregos dos cobradores de ônibus mesmo com a implementação da “Tarifa Zero”, caso seja eleito. A declaração ocorreu durante campanha eleitoral em uma Assembleia dos Rodoviários, no estacionamento do Conic. Ele afirmou que a categoria continuará tendo uma função importante no sistema de transporte público.
Segundo Grass, os profissionais poderão passar a atuar como agentes de transporte, auxiliando passageiros e motoristas durante as viagens.
Fotos
Leandro Grassa faz campanha em assembleia dos rodoviários no Conic, mas vai embora antes da reunião do sindicato.
Fotos: LUIS NOVA / METRÓPOLES
@LuisGustavoNova
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“Nós vamos manter os empregos dos cobradores e os cobradores terão uma atuação importante no nosso sistema, que é atuar em apoio às pessoas com deficiência, aos próprios motoristas, no dia a dia e orientando a população, prestando informação. Então serão agentes de transporte que estarão dando todo o suporte aos usuários”, afirmou Grass.
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do Metrópoles DF
A proposta foi apresentada em meio às preocupações dos cobradores sobre o futuro dos empregos caso a “Tarifa Zero” seja implementada.
Além da situação dos cobradores, o candidato criticou as condições enfrentadas pelos rodoviários durante a rotina de trabalho. Segundo Grass, os profissionais enfrentam uma jornada “muito estressante” e “muito exaustiva”.
Ele também afirmou que parte das empresas de transporte ainda não possui uma frota adequada. O candidato também criticou a estrutura dos terminais onde os rodoviários trabalham. “O Terminal da Asa Norte é uma vergonha. Lá não tem nem cadeira direito, mal tem banheiro, não tem um ponto de apoio para eles descansarem”, declarou.
Grass afirmou que, caso eleito, pretende retomar o contato com as empresas de transporte e estabelecer critérios que contemplem tanto os passageiros quanto os trabalhadores do setor.
“No meu governo, nós vamos restabelecer o contato com as empresas, restabelecer alguns critérios, tanto para quem usa o transporte, como para quem trabalha no transporte”, afirmou.







