O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), fechou esta sexta-feira (16/10) em alta de 0,54%, aos 205.430,33 pontos. Já o dólar comercial recuou 0,28%, cotado a R$ 5,07, após três altas consecutivas.
O mercado acompanhou a divulgação de dados da atividade econômica brasileira, as repercussões da pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial e a alta do petróleo no exterior, em meio às preocupações com a oferta global de combustíveis.
A Bolsa abriu o pregão em alta e ultrapassou os 206 mil pontos durante a manhã. Por volta das 13h, porém, o índice voltou a recuar, chegando aos 204.380,75 pontos. Ao longo da sessão, oscilou entre a mínima de 204.164,17 pontos e a máxima de 206.305,27 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 23,67 bilhões.
O resultado veio após o Ibovespa cair 1,06% na quinta-feira (15/10), quando encerrou o dia aos 204.324,26 pontos. Apesar da recuperação desta sexta, o índice permaneceu abaixo do recorde de fechamento registrado na sexta-feira anterior (9/10), de 209.066,90 pontos.
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do Metrópoles
Petróleo
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir diante das preocupações com a oferta global de energia. O Brent, referência internacional, chegou a superar US$ 110 por barril pela primeira vez desde maio, em meio à redução das perspectivas de alívio na oferta.
A alta foi influenciada por conflitos envolvendo países produtores e por incertezas sobre a disponibilidade de combustíveis no mercado global. Entre os fatores acompanhados pelos investidores estavam os ataques de rebeldes houthis à Arábia Saudita e os confrontos entre Rússia e Ucrânia, que incluem ações contra infraestruturas de energia.
Além disso, parlamentares dos Estados Unidos apresentaram um projeto para barrar um acordo do presidente Donald Trump com Moscou que permitiria a liberação de grandes volumes de diesel russo. A possível restrição à oferta do combustível contribuiu para pressionar os preços.
IBC-Br
Um dos destaques do dia foi a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que registrou alta de 0,3% em agosto, na comparação com julho.
O indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), por oferecer uma estimativa mensal do ritmo da economia brasileira.






